Epopéia de Gilgamesh

A Epopéia de Gilgamesh é a história de um rei sumério da cidade-estado de Uruk que teria vivido no século XXVIII a.C. . Seu registro mais completo provém de uma tábua de argila escrita em língua Acádia do século VIII a.C. pertencente ao rei Assurbanipal , tendo sido no entanto encontradas tábuas com excertos que datam do século XX a.C. , sendo assim o mais antigo texto literário conhecido.

A primeira tradução moderna foi realizada na década de 1860 pelo estudioso inglês George Smith.


Esta epopéia contém a mais antiga referência conhecida ao dilúvio , que é recorrente em várias culturas e que está presente na Bíblia .
Esse registro, herdado por tradição oral dos tempos pré-históricos, de
acordo com algumas teorias, terá tido a sua origem no final da última era glacial .
Outras teorias dizem que foi um tombamento do eixo planetário, causado
ou pela gravidade de um meteoro que passou perto da terra durante a
época ou pela inversão do polo magnético da terra que acontece de
tempos em tempos.


A primeira tradução feita a partir do original para o português foi feita pelo Professor Emanuel Bouzon da PUC-Rio.


Versões de fragmentos atuais desenterrados pela arqueologia atestam
entre outras histórias a lenda de dois seres que se amaram, Isa e Ani,
geraram uma filha, Be. Porém Ani esteve na floresta de Humbaba
procurando por Isa, e dizem que por algum motivo nunca mais se viram.
As inscriçóes em cuneiforme (principalmente o Assírio) atestam que ele
nunca desistiu de procurar Isa, e este casal é o fundador do amor
mesopotâmico.